
Sigo meu caminho, escrito por mim mesmo, resolvo respostas que ali encontrei, vejo a sintonia do ambiente ao meu corpo, mas isso não basta. A terra treme, meus joelhos dizem não, mas continuo em movimento.
Não busco a vitória, nem mesmo a glória, apenas procuro descobrir o uma válvula de escape, que amenize meus problemas.
Correr é a palavra chave. Desenho em minha cabeça, a corrida crua e nua que faço instintivamente na noite fria. Cada passo diz o que estou sentindo, minha fadiga aumenta, começo a enxergar embaçado, corro lentamente, mostrando que não sou mais o mesmo do início.
A adrenalina responsável na liberação da endorfina, já não age como antes, onde esta aquela força e adrenalina? Ela me abandonou justamente no final, fazendo com que me esforçasse ao Maximo dando o meu limite, isso diretamente não é uma coisa boa, fico triste querendo o fim logo.
Ao chegar sem força alguma, apoio os braços na ponte e fico ali vendo a água descansando silenciosamente na sua calmaria, e por ali mesmo descanso minhas pernas cansadas da longínqua corrida.
Logo após dou início ao treino exaustivo, uma palavra que pode resumir diretamente chama-se dor. Meu corpo e meus sentidos estão cansados da corrida, sendo assim dificultando o resto do treino.
Todas as quintas à noite, continuo em movimento, com o intuito de evoluir fisicamente e mentalmente minha forma de expressão. Fico tentando entender o motivo pelo qual tudo muda muito rápido, lesões, dores, cansaço e a vontade de me permanecer em movimento. Está na hora do relógio girar no sentido correto.
porra mano, muito massa!!!!!
ResponderExcluirmuito legal.
ResponderExcluirÉ assim que eu me sinto! muito bom esse poema!
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